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CONTOS: LEMBRANÇAS DE UMA MULHER...



























Meu nome é Daniela,

Sou casada, e hoje tenho 30 anos de idade...

Mas... a história que quero narrar ocorreu cerca de 9 anos atrás...

Antes disso, eu me envolvi num longo relacionamento com um cara chamado Edinei.

Edinei era cerca de 5 anos mais velho do que eu. Algum tempo após o término de seu noivado, eu e Ednei começamos a namorar. Eu me apaixonei por Edinei, e tinha grande sonho de viver ao seu lado.

Eu tinha apenas 17 anos quando começamos a namorar. Um ano depois noivamos e começamos a fazer planos para nos casar. Ficamos três anos noivos, e de um dia para o outro, Edinei mudou de planos e terminamos definitivamente.

Foi muito duro para mim. Apesar de ser de uma excelente família, meus pais não aprovavam meu relacionamento com Edinei, por ele e sua família serem de uma religião diferente da católica. Por isso, fui meio que obrigada a me mudar para uma casa nos fundos da casa de Edinei, e lá vivi por cerca de três anos como parte de sua família.

Com o fim de nosso relacionamento, não houve clima para continuar vivendo ali e acabei por voltar para a casa dos meus pais.

Edinei tinha três irmãs. Uma delas casada, e duas solteiras. Uma das irmãs solteiras de Edinei chamava-se Silvana.

Um ano antes do fato que ainda vou narrar, Silvana conheceu um rapaz chamado Seth Cohen. Namoraram por cerca de 9, 10 meses, e à exemplo de Edinei, Silvana mudou seus planos e terminou definitivamente com Seth Cohen.

(...)

Nunca gostei de carnaval.

Nossa alternativa para fugir desta festa, era reunir uma turma de amigos e nos isolar num camping no feriado de carnaval. Era quase que uma tradição. Foi num destes carnavais no camping que Silvana conheceu Seth...

Um ano depois, lá estávamos nós, rumo a um novo camping para um carnaval entre amigos. Apesar de eu e Edinei não termos mais nada, aceitei irmos para o mesmo lugar, talvez na esperança de reatar os laços. Só para meu engano.

Por ter convivido (e morado) com a família de Edinei por 3 anos, suas irmãs eram pra mim como se fossem minhas irmãs. Para este carnaval no camping, a exemplo de outros anos, iríamos ficar as três e mais uma amiga, na mesma barraca.

Naquele ano, havia cerca de 650 pessoas acampadas naquele camping. Cerca de 100 eram nossos amigos. Entre eles, o ex-namorado de Silvana, irmã de Edinei - Seth Cohen.

Eu, particularmente nunca fiz gosto do namoro de Silvana com Seth. Quando esta pedia meus conselhos, dizia para não reatar com ele. Pura besteira, ele nunca havia feito nada contra minha pessoa... Ciúme de “quase-irmã”.

Mas aqueles dias de carnaval estavam sendo dolorosos para mim. Ver Edinei feliz, alegre... brincalhão enquanto eu me desmanchava em tristeza por ele ter me abandonado.

Dizem que a maior conquista do ser humano é ter um sorriso no rosto enquanto o coração explode de dor... Era assim que eu me sentia...

Num destes dias, sentada sozinha numa mesa de um dos quiosques do camping, fui surpreendida com a presença de Seth Cohen. Ficamos conversando sobre assuntos diversos, até que entramos no assunto dos “irmãos” – nossos ex-namorados...

Seth narrava o sofrimento que Silvana havia causado a ele... Todo o esforço que ele fez para carregar o relacionamento sozinho enquanto ela fazia planos sem ele...

Pela primeira vez vi Seth de uma maneira diferente... A única pessoa que talvez pudesse me compreender, pois havia passado mais ou menos pela mesma situação que eu.

Naqueles tristes dias de carnaval, sempre que sozinha, procurava a companhia de Seth para jogarmos conversa fora.

Na época eu era uma mulher muito bonita.

Morena, cabelos levemente ondulados, negros... Olhos castanhos, boca carnuda, dentes brancos e alinhados. Lindos seios médios, cintura fina, quadris largos, sempre proporcionais ao resto do corpo. Aos 16 anos tinha sido coroada miss da pequena cidade onde morava...

Bonita ou não, eu não era suficientemente boa para Edinei.

Aquele camping era um recanto da natureza... Dispunha de 3 ou 4 cachoeiras em pontos isolados do rio que margeava a propriedade...

Numa tarde ensolarada de Sábado, sem ter o que fazer, Seth e eu seguimos por uma trilha que levava a uma destas cachoeiras. Era justamente a mais afastada, e a que menos as pessoas procuravam, por ficar cerca de 700 metros na direção de uma estreita trilha.

Após alguns minutos de caminhada, chegamos ao citado ponto. A cachoeira não era o atrativo. O atrativo era de fato a piscina natural de águas límpidas que esta formava. Apesar da tarde ensolarada, a copa das árvores formavam uma grande sombra sobre esta piscina natural, deixando a água bem fria.

Seth propôs que entrássemos na água. Achei que seria uma boa idéia. Tratei então de me despir até os trajes de banho. Para aquele feriado, havia comprado um biquíni novo, branco, médio. Ao tirar minha bermuda e minha camiseta, pude perceber que Seth me olhava com certo desejo.

Ele também se despiu até o seu traje de banho. Era uma sunga, preta... Seth era alto, branco, magro, mas tinha pernas grossas e bem torneadas. Também não pude evitar olhar para seu corpo. Seth tinha uma bunda viçosa, o que mais me chamou a atenção.

Entramos na água gelada... Aos poucos, acostumamos com a temperatura e isto nos proporcionou momentos de diversão e prazer, naquela obra da natureza...

Vez ou outra trocávamos algumas palavras, e num destes momentos Seth manifestou sua surpresa em estar se dando tão bem comigo, e que eu era uma pessoa de fato, muito agradável. Eu também fiz comentários sobre a pessoa dele, dizendo que minha visão sobre ele era de toda forma errônea, que ele era sim uma excelente companhia. E que no meio de todas aquelas pessoas, não havia outra pessoa com a qual eu gostaria de estar...

Depois de ter dito isso, Seth lentamente se aproximou de mim, segurou-me pelo rosto, e me beijou. Eu correspondi. Foi uma surpresa muito grande para mim. Enquanto eu lamentava o rompimento com Edinei, sem que eu percebesse me atraí por Seth, e agora estava feliz de poder beijar a sua boca...

Por algum tempo ficamos ali nos beijando. Mas, temendo sermos surpreendidos, decidimos voltar ao convívio das outras pessoas. No caminho de volta, achamos melhor manter em sigilo nosso “caso”. Não queríamos especulações sobre nossas vidas e sobre nossos ex-parceiros.

Agora, sempre que nos encontrávamos no camping, fazíamos sinais de modo a buscar um local longe das pessoas de nosso convívio para podermos dar uns “amassos”. Às vezes nos posicionávamos no grupo das pessoas que não eram nossos amigos, de modo a passar despercebido como um “simples casal”.

Aquele sábado até então chato, monótono, tornava-se pouco a pouco, na companhia de Seth, um dia muito agradável. Aos 21 anos tinha a sensação de menina ainda, de namorar escondido.

No sábado a noite, lembro-me de minha ex-cunhada (e ex-namorada de Seth) perguntar-me qual teria sido o passarinho verde que me deixou tão feliz e cativante. Algumas vezes me confidenciei à ela sobre o sofrimento que seu irmão me causara... Agora, ela estava “encucada” para saber qual era a razão da minha alegria...

No domingo, eu e Seth novamente buscamos locais ermos para podermos nos beijar e desfrutar da companhia um do outro no sigilo de nosso caso. Seth adorava beijos, assim como eu, e em dados momentos nossos lábios ficavam dormentes... Era muito bom...

Por volta das 18 horas, o tempo mudou... O céu ficou nublado e vez ou outra caia uma chuva rápida, meio que anunciando que as portas do céu iriam se abrir em água. Ficamos enrolando debaixo de um dos quiosques numa roda de amigos jogando “truco”, até que por volta das 20:30 horas decidi ir até a barraca que eu estava alojada para pegar minhas coisas e ir tomar banho.

Com o tempo daquela maneira, não me restava opções plausíveis senão ir para a barraca, pensar em Seth até adormecer... Por isso, já levei meu pijama para o banheiro, de modo a sair de lá já trajada para dormir... Meu pijama para aquela situação era um shorts de malha fina, confortável, e uma camiseta de mesmo tecido, de modo a formar um conjunto, na cor lilás.

Saí do banheiro coletivo feminino, e fui até a barraca deixar meus pertences, e pegar a escova e a pasta de dentes, que havia esquecido ao ir para o banho. Ao voltar ao banheiro e escovar os dentes, fui surpreendida por um temporal até então sem precedentes.

Muitas pessoas não suportaram ficar espremidas debaixo dos abrigos, e correram para suas barracas. Pensei em correr também para minha barraca, mas num impulso acabei correndo pela chuva na direção oposta, onde ficava a barraca de Seth.

Seth estava sozinho numa barraca tipo “iglu” para seis pessoas.

Cheguei na frente da barraca, onde havia uma pequena varanda que temos que agachar para ter acesso. Me refugiei ali, molhada pela intensa chuva, e abri o zíper que dava acesso ao interior da barraca.

Ao me ver, Seth ficou surpreso, e perguntou o que eu fazia ali. Disse que esta era nossa última noite no camping, e gostaria de ficam em sua companhia, já que na segunda eram só preparativos para ir embora...

Dentro da barraca dava pra notar que a intensidade do temporal só aumentava... Sentíamos a água passar por baixo forro da barraca, e, apesar da força da água, estávamos totalmente protegidos em seu interior.

Seth pegou sua toalha, e ainda me beijando, passou a me secar... Meu rosto, meus cabelos, minhas costas, minhas pernas, todavia, por cima de minhas roupas ensopadas...

Senti arrepios, mesmo que envolta naquela toalha, das mãos de Seth tocar meu corpo... Os beijos de Seth me causavam ainda mais arrepios...

Em dado momento, Seth disse-me que eu precisava tirar aquela roupa molhada, pois haveria de pegar um resfriado...

Envolta na situação e no clima, não esbocei reação quando Set com as duas mãos se pôs a tirar minha camiseta molhada, deixando meus seios nus – já que não usava sutiã para dormir – e molhados pela chuva à mostra.

Seth então passou a secar meus seios com seus lábios. Cada gota d’água de meu corpo ele sugava com sua boca... Minha pele estava rígida e arrepiada, meus mamilos com contornos rosados e bicos duros...

Seth acariciava meus seios com as mãos, e os chupava... Eu fechava os olhos para sentir cada movimento daqueles lábios, daquela língua que tocava meu corpo...

Seth deitou-me cuidadosamente em seu colchonete, e agora novamente com suas duas mãos tirava meu shorts molhado...

Eu já estava entregue...

Posto o shorts de lado, tirou minha calcinha, também posta de lado...

De frente à minha bucetinha depilada dos lados, com baixos pelos ao meio, passou a me tocar com um dos dedos... Eu, que já estava excitada, estava agora rumo às alturas... Sentindo que eu estava bem lubrificada, penetrou-me então com dois dedos, fazendo movimentos deliciosos, de modo que meu corpo contorcia-se em sua mão...

Tirando os dedos ensopados de tesão de dentro de mim, passou novamente a beijar minha boca, meu pescoço... meus seios... deslizou os lábios por meu abdômen... concentrou-se em alguns segundos em meu umbigo... novamente deslizou seus lábios lentamente até minha coxa esquerda enquanto com as mãos abria vagarosamente minhas pernas...

Ao tocar meus joelhos com seus lábios, agora ia beijando centímetro por centímetro de minhas coxas pela parte interior, até que com a língua quente tocou minha virilha...

Eu já estava louca...

Deslizou sua língua um pouco para a direita, até tocar minha buceta já pronta para recebê-lo como meu homem...

Aquela língua, aqueles lábios, proporcionavam em minha buceta sensações nunca antes sequer ousadas sentir... Eu estava tão excitada, que mesmo sem sequer me penetrar, já gozei pela primeira vez na sistemática arte da sedução de Seth Cohen.

Seth então tirou sua camiseta, colocando-a de lado, e repousando seu corpo sobre o meu, de modo que nossas peles se tocaram...

Beijava-me e flexionava seu corpo sobre o meu, estando ele ainda vestido com a parte debaixo de sua roupa... Pegou minha mão, colocou sobre o volume que se formava por cima de seu shorts, de modo que encheu minha mão...

Colocou a ponta de meus dedos por baixo de seu shorts e cueca, de modo que pude sentir o toque de seus pelos, o que me excitou a impulsionar a mão e tocar aquele cacete extremamente duro, e molhado do tesão que exalava... Comecei a masturbá-lo, segurando fixamente naquele pau grosso...

Virei-me por cima dele, de modo a retribuir até então tanto prazer que ele estava me proporcionando...

Tirei definitivamente seu shorts... e pude contemplar aquele cacete grosso... de cabeça rosada... Peguei-o com a mão, e coloquei-o todo dentro de minha boca... Até aquele dia eu nunca havia feito sexo oral em nenhum homem...

Que delícia!

Deixava que ele tocasse minha garganta, e depois, flexionando os lábios, ia devagarinho tirando ele da minha boca, até ter a cabeça envolta em minha boca, onde não me cansava de chupar, levemente morder... O pau de Seth latejava em minha boca...

Absorto no desejo, Seth virou-me para baixo, e num aparente descontrole, colocou seu cacete dentro de mim sem dó nem piedade... Não pude evitar soltar um urro só abafado pelo barulho da chuva...

Seth fazia movimentos de entra e sai com rapidez e força, enquanto bufava ao meu ouvido, vez ou outra dizendo o quanto eu era gostosa, o quanto eu era apertadinha, e o tesão que eu estava causando nele. Disse também outras sacanagens, o que me deixavam ainda mais excitada...

Aos poucos ia diminuindo o ritmo, pois sentia se aproximar de gozar... Pediu então para que eu fosse por cima dele, e eu, louca desejo, prontamente atendi...

Pude ver o exato momento em que minha buceta lentamente engoliu o cacete de Seth... Que visão! Comecei a cavalgar em cima de Seth, e no controle de minhas sensações, ia alternando os movimentos de forma a chegar a outro orgasmo... Cheguei... Um orgasmo prolongado, nunca antes sentido...

Anestesiada, continuei cavalgando sobre Seth, e pra minha surpresa tive ainda mais outro orgasmo. Estava perplexa, pois já havia gozado 3 vezes, fato nunca antes ocorrido nas minhas poucas experiências sexuais.

No meu terceiro orgasmo, caí de bruços ao lado de Seth quase sem forças. Não deu tempo. Seth subiu em cima de mim, penetrando minha vagina, mas por trás. Outra sensação nova para mim, e indescritível de ter minha xaninha comida, e sentir os quadris de Seth flexionando com força minha bunda...

Sensação tão boa, tão nova que, pela 4° vez eu estava tendo outro orgasmo...

Enfiava meu rosto no travesseiro para abafar os gemidos que agora estavam mais para gritos...

Seth vendo que eu não tinha mais nenhuma força, tirou seu cacete de minha pomba, e começou a penetrar meu cuzinho ainda virgem... até o momento que pedi para ele parar pois estava doendo muito...

Set esticou sua mão até uma bolsa próxima, pegou um frasco (depois pude ver que era um creme de pentear), despejou um pouco em suas mãos e no meu “cofrinho”, de modo a lubrificar com o dedo a minha “porta de trás”... Também passou em seu pau, e estando ambos lubrificados, tentou comer meu anelzinho novamente...

Não digo que não doeu... mas bem pouco se comparado quando estava seco...

Ele foi colocando até o ponto que eu pedi para parar... Acredito que tenha entrado um pouco mais que a cabeça... Ele sussurrou ao meu ouvido que não demoraria muito estaria gozando, pois já havia segurado demais...

Começou fazendo movimentos leves... Sua respiração foi aumentando, os movimentos também... Respiração se transformou em gemidos, que se transformaram em pequenos urros... e a esta altura meu corpo já era arrastado pra frente com a força dos movimentos para entrar no meu cuzinho...

Eu sentia dor, mas também sentia um prazer diferente, sem palavras... Por fim, um último gemido prolongado acompanhado da frase “estou gozando” fez com que Seth repousasse sobre minhas costas, e eu sentisse um líquido quente deslizar perna abaixo...

Aquele homem me satisfez...

Eu satisfiz aquele homem...

Nos completamos naquela noite chuvosa...

Ficamos ali, abraçados por algum tempo, até que vi o momento de me vestir e voltar para minha barraca...

Me despedi de Seth, e corri de volta até o banheiro coletivo feminino, refugiando-me num dos chuveiros. Pra minha sorte havia um sabonete lá, que proporcionou que eu me lavasse e que lavasse minhas roupas.

Fiquei ali no banheiro aguardando alguma conhecida, que pudesse pegar minha bolsa na barraca as meninas... o que de fato ocorreu. Recomposta, fui para a barraca enfim dormir...

Deitada ao lado de Silvana que dormia inerte, pensava no homem que um dia ela dispensou... Acho que ela, muito recatada e comportada, nunca soube o que realmente teve nas mãos...

O feriado acabou...

Fomos embora...

Cada um com suas recordações...

De fato nunca mais reatei com Edinei...

De fato Seth nunca mais reatou com Silvana...

Tivemos outros encontros no decorrer de um ano e meio, em motéis da região...

Depois disso Seth se mudou para outro estado... Soube que se casou, e eu também acabei me casando...

Hoje, sou feliz com meu marido, e ele me satisfaz, da maneira dele...

Mas Seth Cohen foi meu homem de loucuras, de descobertas...

Aos homens que estão lendo, fica a lição: Não vão com muita sede ao pote, invistam em preliminares...

FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/200909761
 
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