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DIANA- MINHA UNIVERSITARIA DEDICADA


















No mês de junho do presente ano, fui convidado por um professor amigo meu, a dar uma pequena palestra em uma universade local, a respeito de marketing pessoal, para uma turma de alunos do primeiro ano de Administração. Por ja ter experiência em sala de aula e ja ter conhecimento sobre o conteúdo, aceitei e acertei os detalhes. No dia da palestra cheguei antes do horario acordado, preparei a apresentação e o data-show e fiquei aguardando a chegada dos alunos. No horario acertado o meu amigo e professor daquela turma me apresentou para uma turma de cerca de 60 alunos e logo depois dei inicio ao assunto e, por eu ter uma boa desenvoltura com pessoas, foi uma palestra agradável e o tempo estabelecido, praticamente voou e quando nos demos conta ja tinha transcorrido a hora estabelecida. Agradeci a turma, que ficaria ainda para outra palestra, e quando ja estava descendo as escadas uma das alunas, de nome Diana, me pediu alguns minutos de minha atenção para ela tirar algumas dúvidas. Concordei com ela e seguimos sentamos proximo a cantina, em uma mesa um pouco afastada, onde de imediato ela fez algumas perguntas e enquanto eu respondia, ela anotava em seu caderno. Eu prestava atenção aquele corpinho pequeno, cerca de 1,58 cm, loira de cabelos curtos, olhos amendoados, com uma blusinha preta e um decote discreto, um sorriso cativante e um rosto bonito. Vestia ainda uma calça jean justa e sandalias, pouca maquiagem e um perfume delicioso. Nosso assunto nao levou mais que vinte minutos o qual ela agradeceu e levantou-se seguindo em passos rapidos, com destino ao portão de saida. Aproveitei e observei mais um poquinho daquela bundinha rebolativa, levantei-me e segui ao estacionamento para pegar o meu carro e ir embora.
Sai do estacionamento e seguia destino ao centro da cidade quando vejo a Diana no ponto de ônibus, logo a frente. Parei, abaixei o vidro do passageiro e cumprimentei-a pelo nome, perguntando para qual lado da cidade ela iria e, mesmo não sendo o mesmo destino, ofereci uma carona. Ela sorriu e aceitou. No trajeto, que procurei fazer de forma mais lenta possivel, fui descobrindo um pouco mais daquela mulher. Diana tinha 20 anos, trabalhava em uma agência de publicidade e morava com sua mãe e sua irmã. Enquanto ela falava de sua vida eu procurava ir observando as suas formas, sempre que possivel, e ela percebia e sorria. Elogiei o seu perfume e ela fez um comentário dizendo que seu namorado nem prestava atenção quando ela usava um perfume diferente. Aproveitei a brecha e elogiei a sua beleza e sua forma de vestir, fazendo carinhos em sua perna. Ela ficou alguns segundos em silêncio, me olhando, e a medida que eu acariciava sua coxa, sua respiração ia mudando e seus olhos foram ficando semi-fechados. Diana separou um pouco mais as suas pernas, dando espaço para que minha mão acariciasse a parte interna de suas coxas, o que fiz de imediato, começando a arrancar pequenos arrepios de seu corpo, podendo ser constatado pelos seus braços arrepiados e pelo biquinho de seus peitos, ja marcando sobre a blusa. Diana desceu um pouco o banco do carro, deixando seu corpo meio deitado e eu subi com a minha mão direita no meio de suas pernas, perto de sua buceta, sentindo uma calor enorme naquela região. Quando minha mão chegou pertinho, ela fechou as pernas, prendendo a minha mão e suspirou forte.
Já estavamos chegando ao seu bairro e Diana levantou seu corpo, chegou com a boca pertinho do meu ouvido e me pediu pra leva-la para outro lugar e, sem me dar chance para qualquer questionamento ou pensamento, passou a mão no meu cacete, que ja estava meio duro, e beijo meu pescoço, deu um leve beijo no canto de minha boca enquanto a sua mão ia soltando o cinto de minha calça e aqueles dedos pequenos iam entrando dentro de minha cueca e acariciando o meu cacete.
Rumei para o primeiro motel que avistei. Entramos no quarto ja nos pegando em um beijo quente e delicioso. Minha calça ja estava aberta e Diana, ainda na porta do quarto, empurrou-me de costas na parede e, de joelhos a minha frente, puxou minha calça e cueca juntos para baixo das minha coxas. Meu cacete saltou duro perto de sua boca e ela foi beijando e lambendo a cabeça do pau, sem utilizar nenhuma de suas mãos, que acariciavam as minhas pernas. Aquela lingua pequena lambia toda a extensão do cacete, beijava, mordia, até ir tentando coloca-lo dentro de sua boca. Diana mamava gostoso, uma boca quente que melava o meu pau me deixando louco, enquanto uma de suas mãos acariciava e apertava as minhas bolas. Ela sabia como mamar e sabia o prazer que estava me proporcionando. tentei me desvencilhar dela pois nao queria gozar logo. Ela tirou o pau da boca e batia com ele no seu rosto e voltava a meter na boca. Meu pau começou a inchar e ela acelerou os movimentos ate eu gozar dentro de sua boca. Diana continuou lambendo tudo ate deixar o meu pau todo limpo.
Tirei a minha camisa, ergui o seu corpo do chão, tirei a minha calça e levei Diana para a Cama. Tirei sua blusa e me apareceram seios gostosos, de tamanho medio, com aoréolas claras e bico saliente. Chupei seus peitos arrancando gemidos seus. Desci pela sua barriga e arranquei a sua calça deixando ela somente de calcinha. Diana tinha um tattoo em sua virilha, de uma fadinha, como que protegendo aquela zona de prazer. Arranquei sua calcinha e apareceu um buceta com poucos pelos(apenas um bigodinho). Acariciei ela com os dedos, ja sentindo toda a sua excitação e mergulhei minha boca nela.
Diana agora gemia alto e me pedia pra eu chupar forte. Metia minha lingua nela e chupava sua buceta e ela, grudando nos lençois da cama, gemeu alto e gozou forte. Não dei trégua aquela mulher deliciosa e continue chupando, agora levando a minha lingua ate perto de seu rabinho. Diana vibrava de tesão e pedia pra eu lamber o seu cusinho. Brinquei com ele e percebi que ela empurrava a sua bunda de encontro ao meu rosto, toda vez que minha lingua tocava em seu buraquinho.
Fizemos um 69 e ela deixou o meu pau em ponto de bala de novo. Coloquei uma camisinha, deitei na cama e puxei Diana sobre o meu cacete. Apesar do meu cacete ser grosso, não tive muita dificuldade em penetra-la pois ela estava enxarcada. O cacete deslizou pra dentro de Diana que começou a movimentar, calvagando e engolindo todo ele com a sua buceta gulosa, enquanto eu acariciava e apertava o biquinho de seus peitos. Diana acelerou mais ainda os movimentos e gozou novamente.
Sai de dentro dela, coloquei Diana de quatro e comecei a penetrar a sua buceta por traz. Agora eu queria aproveitar o maximo daquele corpo. Castiguei durante um bom tempo a buceta de Diana. Metia lentamente, acelerava, tirava quase todo o pau de dentro dela, pra meter de novo, bem fundo, arrancando dela gemidos cada vez mais altos.
Diana jogo o corpo na cama e deixou a bunda bem empinada. Com meu cacete todo atolado na sua buceta, comecei a brincar com seu cusinho, levando meu dedo ate ele. Quanto mais eu brincava com ela, mais forte ela rebolava na minha vara. Molhei o dedo no caldo que saia de sua buceta e forcei o dedo no seu cu que lentamente foi aceitando a entrada do dedo. Diana parou e so gemia. Sentia a sua buceta mastigar o meu pau, enquanto meu dedo ia laceando aquele cu. Agora eu ja forçava dois dedos dentro dele que se mostrava receptivo a invasão.
Tirei meu pau da buceta de Diana e encostei na entrada de seu cu e fiquei brincando, esperado ela pedir pra eu meter.
Diana abriu a sua bunda com as duas mãos e me pediu pra meter devagar. Forcei a cabeça do pau e segurei, fazendo uma pequena pressão, ate a cabeça ir deslizando pra dentro. Quando a cabeça entrou, parei um pouco para Diana se acostumar com ele, mas Diana me surpreendeu, pressionando a sua bunda de encontro ao pau fazendo ele ser tragado para seu dentro do seu rabo. Mas ela não parou por ai, Diana levou seus dedos para a sua buceta e enquanto se acariciava, me falava pra eu meter no seu rabo sem dó, que ela adorava dar o rabo, que ela gozava gostoso assim.
Com ele todo atolado no seu rabo, Diana começou a rebolar e disse:
Diana: mete seu pau na sua putinha, mete....fode meu rabinho, fode
Dinho: isso amor, quer sentir meu pau no seu cu?
Diana: Quero!! Põe na sua putinha, nossa que tesao, mete gostoso, haaaa adoroooooooo
Dinho: isso, to metendo gostoso, tudinho, no seu rabo, sentido seu cu agasalhando todo meu pau
Diana: ai que delicia amor vou gozar
Dinho: goza minha puta....goza. Quero fazer voce gozar muito
Diana: haaaaam assim, isso hammmmmmmmmmmmmmmmm
Dinho: Isso amor, vou gozar no seu cusinho, rebola mais pra mim que eu quero gozar agora.
Diana: ta gostoso meter no cu da sua puta ne?
Dinho: sim amor...ta gostoso sim
Diana: mete gostoso goza pra mim vai, bem gostosooooooo
Dinho: Ahhhh, to gozando minha putinha deliciosa
Diana: meu gostoso, que pau mais tesudo
Caimos os dois na cama, com os corpos suados, até meu pau amolecer e sair de dentro de seu rabinho gostoso. Ficamos um tempo nos acariciando e Diana confidenciou que a muito tempo nao sabia o que era gozar assim, pois o seu namorado, apesar de ser ótima pessoa, não acompanhava o seu ritmo de desejo.
Tomamos um banho e, devido ao horario, teriamos que ir embora. No caminho ainda rolaram alguns beijinhos e muito carinho, com a promessa de novos encontros...

FONTE:http://www.casadoscontos.com.br/texto/201007627
 
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